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sábado, 15 de julho de 2017

FFIGURA AUTIN MINIATURES- JOHN WAYNE

O Clint Eastwood é fácil de identificar, pois está como o protagonista de Por um Punhado de Dólares. Mas confesso que me surpreendi quando assisti o filme Rastros de Ódio (http://www.adorocinema.com/filmes/filme-5168/) e identifiquei John Wayne (Ethan Edwards) na figura.

Assisti várias cenas anteriores a que reconstruí abaixo, na foto, para dar verossimilhança à figura. A cena em questão é aquela do acampamento, em que Edward finge dormir sob cobertores e espera a emboscada, atirando em todos (pelas costas).

Infelizmente a figura não parece o John. Mas, melhor do que nada, hehe. Também não tem a faca à cintura, mas isso daremos um jeito dia desses.




OK CORRAL - TSSD

Outros que estavam na estante esperando pintura eram esses do set da TSSD (http://www.sdsoldiers.com/wildwest.html) do Duelo no Curral OK, que aconteceu em 26 de outubro de 1881, na cidade de Tobstone, Arizona (EUA). Os protagonistas, Wyatt Earp e os irmãos, Virgil e Morgan, além de Doc Holliday, o dentista tuberculoso, quase sempre bêbado, e, segundo o próprio Wyatt, "o mais rápido e mortal com uma arma".Dizem que durou cerca de trinta segundos, mas as consequências foram muito além dali (veja mais em http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/12/1558582-duelo-no-ok-curral-marcou-velho-oeste.shtml )

Nas figuras usei a tradicional tinta acrílica fosca, a qual cobri com verniz fosco para lhe dar mais resistência. Naturalmente optei por bases marrom areia, já que dificilmente haveria grama num estábulo ou proximidades de um local onde há grande fluxo de animais como cascos. Essas figuras da TSSD são muito detalhadas, mas carecem de "veios"nas expressões faciais, o que dificulta a pintura de expressão. Ainda tenho que aprender a fazer isso.

Aproveitei para fazer também este cenário pra dar mais vida à cena. Este é mais um mini cenário para minha estante, que tem prateleira de 6 cm de largura. Mas pretendo fazer um maior, em 3D. Foi feito com pedaços de compensado, os quais "rasguei"a lâmina para dar vida às tábuas do galpão e cercas. Passei uma faca de serra para riscar os veios das madeiras e desenhei o resto com lápis. O resto foi lâminas coladas para as portas e travessas das cercas.

FILMES








PINTURA EM LOTE DE SOLDADOS GULLIVER

Pintei esta semana este lote de soldados Gulliver para venda, Dois deles, o atirador e o Oficial com Sabre, já foram, mas restaram dois ainda na composição. Estão em muito bom estado, ainda mais agora, cobertos por uma película plástica, um primer, que uso para melhor aderência da tinta acrílica.

Estes optei por pintura bem próxima da original, evitando pintar aqueles coldres brancos e suspensórios amarelos. Mas, se alguém preferir, podes-se fazer a gosto, inclusive com farda mais verossímil.

Passei um certo trabalho para tirar a tinta original. Usei sabão em pó, OMO líquido, para amolecer a tinta velha. Depois escovei com escova de fios de latão. Asim as figuras ficam lixadas o bastante para melhor aderência do primer.

O Rin Tin Tin é da Fazendinha BrasilFlex.





MEXICANOS REILER (DINAMARCA)

Comprei estes do Gilberto, há meses atrás. Resolvi pintar há poucas semanas e fazer-lhes um cenário. No caso, pra que ficasse na prateleira. É bem isso, um cenário. Não há fundo ou lateral. Usei uma folha pequena de compensado, a qual cortei com o formão a porta e janela. Depois colei lâminas de madeira, espaçadas, e passei o lápis para dar sombra. A casa em si pintei de branco e depois risquei de leve com o lápis e passei o dedo, como se faz no desenho a carvão.  Ainda quero repintar essas bases verdes. Trocar por marrom areia.


FORTE APACHE PARA O EDIMILSON VELOZO (RS)

Há tempos estava tentando finalizar este forte para o Edimilson, do Rio Grande do Sul. Ele queria algo diferente, e acertamos uma troca por figuras da África Misteriosa, brinquedo que tive e que deixou saudades. O problema é que ele queria algo diferente, e resolvi apostar num modelo em blocos. As paliçadas são todas desmontáveis em seções de cerca de 20 e 30 cm, o que permite várias configurações e tamanhos.

O material usado foi madeira de pinho de araucária, que eu tinha aqui guardada fazia muitos anos, cola a base de PVA e muitos pregos, hehe. Não adianta só colar, tem que pregar também. O forte contém uma casa de dois andares, um estábulo, um paiol, quatro torres, mastro e escadinhas.

Este forte não necessita de parafusos ou encaixes, pois se sustenta por si, já que fiz suportes para as paliçadas. Basta somente colocar lado a lado e ir montando na configuração que desejar. Outra coisa é que o pórtico é adiantado da paliçada dianteira.

Coloquei algumas figuras que estou vendendo para vocês terem uma ideia de como ficará montado. Caso tenham interesse em figuras, entra em contato pelo e-mail forteapachedemadeira@gmail.com.

Abaixo algumas fotos. Basta clicar nelas pra ampliar a imagem.







sexta-feira, 7 de julho de 2017

O.K. CORRAL - MINIATURAS TSSD (1:32)

Depois te tempos na estante, terminei hoje a pintura dos Ear e Doc Holliday. Como o Morgan estava ajoelhado, aproveitei pra colocar o sangue do ferimento que sofreu. Também pintei as bases de areia suja, pra dar aquele ar rua sem pavimento.


quinta-feira, 18 de maio de 2017

COLEÇÕES - CÍCERO WEXLER DOS ANJOS (SP)

Cícero Wexler dos Anjos reside em Ribeirão Preto,SP, mas é natural de Governador Valadares, MG. Foi lá que, em 1977, começou a história dele com o Forte Apache, brincando com os bonequinhos dos amigos e ganhando seus próprios no Natal de 1979.

Eram três os vizinhos: Régis com seu super Rin Tin Tin, Marcelo com um impecável 1978 com aquelas figuras especiais lindas  e o Théo, com o seu enorme Casablanca e outro forte lotado de soldados. Tudo isso e mais as suas figuras avulsas, compradas, ganhadas e trocadas.

A vida profissional veio cedo para Cícero, e aos 13 anos já trabalhava no Banco do Brasil. Por isso as brincadeiras foram postas de lado. No entanto, em 1997, numa viagem aos Estados Unidos, comprando alguma coisa do gênero, ele recomeçou a brincadeira e iniciou a coleção.

Recorrendo  a sites como o Ebay eoutros, foi comprando muita coisa, inclusive dois fortes (um Casablanca e um Gulliver) de uma só vez. Comprou ainda o Fort Buffalo da Britains, 2 fortes da Marx e por aí em diante até 2003. Neste ano ele tinha oito fortes completos.

Infelizmente, em 2007 teve alguns problemas de ordem pessoal e se desfez  de 70% da coleção. No entanto, em 2013, voltou aos poucos. Ele cita: "Ando devagar porque já tive pressa"... e hoje, com "toda essa internet fervorosa os meios de contatos e compras... coisa espetacular", vai aos poucos retomando a coleção.

Para ele o melhor disso tudo, de toda essa experiência, foi a possibilidade de fazer novos amigos, a maioria dos quais, como eu e muitos de nós, por meios eletrônicos. Por isso é apoiador de um grande encontro entre os colecionadores e amantes do Forte Apache.

No texto que me mandou, ele resume a sua história como sendo a de um pequeno colecionador um grande fã do gênero western, tanto nos filmes como Durango Kid, Zorro, Rin Tin Tin, Bonanza, entre outros. Certamente é outro dentre tantos que sente saudades daquelas tarde em frente a TV.

Amigo Cícero, espero que nos encontremos um dia. Tenha, através deste texto, o meu carinho e meu apoio para continuar na sua coleção.


Algumas das peças de Cícero.

O mais lindo de todos, mesmo que seja uma répçica.

DISPONÍVEIS - VENDA E TROCAS

Dulcops

Espanhóis e argentinos

Jean Höefler

Espanhóis

Alemães


COLEÇÕES - ALBERTO FERNANDES DA CRUZ (SP)

Outro colecionador que me mandou sua história foi o Alberto Fernandes da Cruz, 52, que mora em São Paulo, SP. Ele ganhou seu primeiro forte no Natal de 1971, aos sete anos de idade. Era o forte médio da Gulliver.

No ano seguinte, já fascinado pelas brincadeiras, juntou 12 cowboys à tropa. No entanto, era frustrante para ele, um fã da cavalaria dos filmes, ter apenas quatro soldados montados. Acho que tinha mesmo mais do que eu, hehe. Mas essa frustração era compensada por um bando de ìndios renegados, cujo "chefe" era o primo Israel, e que vinham atacar a fortificação. Havia ainda, posteriormente, uma carroça com quatro grandes cavalos, que por destoarem muito no tamanho, ficavam de lado nas brincadeiras. Os cowboys que a acompanhavam, no entanto, ficavam na onda do "tamo Junto".

Como todos nós, mais cedo ou tarde, chegou o dia em que a brincadeira passou a ser coisa de criança aos olhos dos amigos. Infelizmente nem o Alberto, nem nenhum de nós, fazia ideia de que não devemos ligar muito pra essas coisas. Um tanto velho, ele deixou os bonequinhos de lado, provavelmente numa caixa, num canto qualquer. Eventualmente viravam brinde às crianças visitantes.

Então, quase vinte anos depois, já casado e sem lembrar mais daqueles pequenos heróis e vilões (coloquem na ordem que quiserem...), apareceu sua irmã perguntando: "Você vai querer isso aqui ainda?" e lhe mostrou uma sacolinha com cerca de quarenta bonequinhos haviam sobrado na casa de sua mãe. Havia ali um  pequeno tesouro e isso lhe despertou a vontade de reiniciar a brincadeira.

Onze anos depois, com o bolso cheio por conta do pagamento do 13º salário, não resistiu e comprou, por indicação de um amigo, três fortes e um Acampamento Apache da Gulliver, todos dos anos 1970, na Galeria dos Brinquedos, em São Paulo. Ali foi fazendo muitos contatos e conhecendo novos colecionadores e principalmente amigos. Também através de sites, conheceu expandiu sua coleção ainda mais.

Hoje, além das mil peças de farwest, índios, cowboys e soldados, tem também África Misteriosa e Chaparral. Aguarda agora uma cópia feita pelo mestre Marco Leandro da Ponderoza, dentro de uma caixa que será fabricada pelo Rodney.

Fica aqui, ainda, uma mensagem de agradecimento (também de minha parte) aos amigos: Rovilson, Rodney, Alan, Gaspar, Floriano, Lolo, Carlos Roberto, Marco Leandro, Vinicius Fausto, Mascos Farias, Arthur, Pagliarini, Cláudio Libanio, Cristiano Hadad, Albert Antrad, Carlos Mariano, Ronaldo Costa, Ronaldo Sogro, Denilson Anton, Guazelli, Fernando "El Gato", Marcelo Paty, João Roberto, Paulo Ismael, Adriano, Moacir, Henrique Azevedo, Reginaldo Almeida, Reginaldo Brinquetoys, Fernando Camargo.

Alberto não gosta de peças repetidas, então as troca por outras que não tenha. Por isso deixa aqui o seu contato para possíveis aquisições e trocas: 

E-mail : albertofc8@hotmail.com

Whatsapp : + 55 11 997457599.



Abaixo algumas fotos da sua coleção. Obrigado por compartilhar conosco, Alberto.



 Aldeia da África Misteriosa, brinquedo que eu já tive e tenho saudades.

Soldadinhos diversos.

Mix de Zorro Trol, Dulcop e outros mexicanos  Crescent.

Los  "Descabezados" Jecsan. Alguns foram copiados pela Casablanca.

Cavalaria.

Cavalaria.

Cavalaria.


Ilustração dos fortes dos anos 1970, pequeno, médio e grande, adquiridos na Galeria dos Brinquedos, em São Paulo.

Algumas fotos da Fazenda Ponderosa do Alberto, feita pelo Marco Leandro.









sexta-feira, 12 de maio de 2017

NOVO FORTE EM ANDAMENTO

Faz uns dias que estou fazendo um novo forte. Este será totalmente diferente dos outros, pois terá módulos que permitirão mudar o tamanho. Terá em torno de 1 m x 80 cm, ou poderá ser menor, bastando tirar um módulo ou substituindo-o. Será todo em pinho de araucária. Terá quatro guaritas, casas, cocheira e outros.



terça-feira, 9 de maio de 2017

PINTURAS DESTA SEMANA - ÍNDIOS JEAN HÖFLER (WEST GERMANY)

Faz tempo que não posto aqui umas pinturas, então lá vai.
São pinturas bem simples, de cunho lúdico, tanto que as bases estão neste verde característico. Essas peças, cópias muito bem feitas da West Germany (Jean Höefler) são em tom de pele marrom, perfeitas para pintura.
Como poderão observar, não me ative aos tradicionais detalhes de olhos, sobrancelhas e pinturas de guerra. Deixo isso para o futuro dono, a pedido ou por conta dele. Também optei por "cores" nas calças, deixando-as com cores mais vivas.
Um dos índios falta uma lança ou machado na mão esquerda. Pretendo fazer estar armas para poder trocar, pois já deixei um orifício para isso.
Espero que gostem.